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domingo, 30 de agosto de 2009

História dos hinos dos clubes

Pessoal, como vocês já viram lá no canto da página, agora toda quinta estou na Rádio Trianon falando curiosidades sobre música e esporte.


Nosso assunto tem sido a históra dos hinos dos principais clubes paulistas. Então, em breve, aqui no Barzinho, vão rolar essas curiosidades também.

Quem está em Sampa é só sintonizar:


Rádio Trianon 740 AM
Programa Estação Trianon nos Esportes
Horário: das 20:00 às 21:00
Apresentação: Juliana Vasconcelos

E, quem não está na terra da garoa, vai poder conferir aqui no Barzinho tudo o que rolar no programa!


Histórias de todos os times pra vocês! No próximo programa, a história do hino do Corinthians.

Fiiiiiiiiiiiim de papo no Blog do Barzinho!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Música e futebol - a parte boa

A seleção brasileira acabou de passar vergonha perante a Venezuela mas, ainda assim, postemos o lado positivo de dividir as atenções com o futebol.

Placar final do amistoso: Brasil 0 x 2 Venezuela

Quem sente o principal benefício é o músico-torcedor que, sem dinheiro para assinar tevê a cabo, tem a oportunidade de ver os jogos do seu time do coração e ainda receber no fim da noite. Conheço uma musicista que vibrava quando marcava show em dia de Libertadores da América, pois assim poderia ver o seu tricolor paulista detonando no gramado (na saudosa época em que o São Paulo detonava no gramado...). Era um olho no público e outro no telão - e, quase que instintivamente, quando o tricolor guardava o seu tento, um grito de "gooooooool" irrompia no meio da música - fosse qual fosse.



Ela sofria quando o jogo era pelo estadual ou brasileirão, pois aí, caso escapasse qualquer manifestação, a torcida rival chiava bonito e a encrenca estava feita.


Times de coração à parte, analisando a situação simplesmente pelo lado profissional, a bola rolando na telinha acaba dando à gig um tempero que, se bem aproveitado, pode trazer o público para seu lado nos momentos de intervalo. Sempre cabem as brincadeiras de que torcida vai cantar mais alto, dar um jeitinho de cantar trechos do hino dos times e sempre é possível fazer piada com Ronaldo Fenômeno. Quando o jogo é do Brasil, ou quando é um jogo que envolve times de outros estados ou países, vale a mesma regra - obviamente, puxando a brasa para apenas um lado.

Pra terminar na base do jargão: a tabelinha músca-futebol, quando acerta a meta, é sem chance para o arqueiro, na gaveta, ali onde a coruja dorme.

Fim de papo no Blog do Barzinho!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Música e futebol - a parte ruim

Dia de jogo é uma faca de dois gumes em vários aspectos para quem toca nos barzinhos do Brasil. Futebol na telinha tanto pode espantar quanto atrair a galera e, dentro deste quadro, vários outros aspectos podem tornar a vida do músico mais fácil ou mais difícil dependendo da circunstância.

Concretizando-se a hipótese de barzinho cheio, mesmo a graninha do couvert estando garantida (o que sempre é muito bom), pode ter certeza de que, na hora do jogo, você há de ser solenemente ignorado. Geralmente, o bar que aproveita o futebol pra atrair a clientela investe no telão e na assinatura dos jogos em pay-per-view (coisa que, vamos combinar, menos de 1% da população do país tem em casa, logo, 'bora pro bar pra ver o jogo tomando um choppinho e sem precisar dar grana extra para a operadora tevê a cabo). Para minimizar a solidão nos 90 minutos de bola rolando, cabe lembrar, nos intervalos, que sua voz é mais agradável que a do Galvão Bueno.



(Bem, amigos da Rrrrrrrrrrrrrrrrrrrede Globo! Falamos ao vivo, em definitivo, do Blog do Barrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrzinho!)

Outro problema que, às vezes, acaba acontecendo, é o encontro de torcidas rivais, com elementos que não sabem perder, nem ganhar, nem empatar... só saber fazer confusão. Já aconteceu de uma banda de amigos ter que parar o show em um barzinho porque um são-paulino provocou e um corintiano quis dar-lhe uma "skolzada" na cabeça. Bebida, ignorância e nervos à flor da pele nunca são uma boa combinação em nenhuma circunstância.


Há também o trânsito no entorno dos estádios onde, eventualmente, ocorrem os jogos. Isso, em São Paulo, significa sair uma hora mais cedo de casa. E, também, na volta, caso o seu horário de saída coincida com o término do jogo, significa vidros fechados, cuidado redobrado... e mais trânsito. Uma amiga de um amigo tocava com sua banda, toda quarta-feira, em um bar e, no caminho, passava na região do estádio do Morumbi. Apesar de são-paulina roxa, morria de medo ao emparelhar sozinha no carro, cheia de equipamentos, por volta da meia-noite, com carros e mais carros com 5, 6 marmanjos cada um, geralmente todos bêbados e gritando que nem uns animais.

No próximo post, o lado bom de combinar o esporte bretão com o clima - e a música - do barzinho.