



O happy (ou não) hour na voz de quem ganha (ou não) o couvert artístico




Motivos para comemorar? Certamente...



Ficou fácil, né? Ou ainda não? Ok, mais umas dicas:
Em seu trabalho musical, uniu o melhor das música negra e branca - um grande feito num país tão racista quanto os "isteitis".

Sua forma de dançar potencializou sua revolução musical, com movimentos que ninguém antes havia realizado em um palco.
Sim, estamos falando dele mesmo:
Os tempos seguem e parafraseiam-se...





Gaste todos os seus créditos na hora do ensaio. Fale com sua mulher, namorada, etc (ou com seu marido, namorado, etc) a cada meia hora. Discuta a relação por telefone. Quando aquele seu tio ligar pra tirar sarro porque o seu time perdeu, enrole bastante - inclusive cobrando aquele churras que, há tempos, ele diz que vai fazer no seu aniversário. Pergunte sobre a família inteira. Discuta relatórios com seu colega de trabalho.

Por mais que muitos ainda não acreditem, ser músico é um trabalho que, para ser bem feito, exige responsabilidade. Muitas pessoas encaram como uma atividade secundária - e não há nenhum problema nisso desde que haja comprometimento. A partir do momento que alguém toma a decisão de apresentar sua música, passa a ter algumas obrigações que precisam ser cumpridas. Isso exige uma postura profissional, independente de a música ser ou não a principal fonte de renda.
- Pô bichô, sabe que que é? Eu esqueci quais eram as músicas que a gente combinou de tirar pra hoje! Que que a gente tinha combinado de ensaiar mesmo?
Tem coisas que podem ser relevadas uma vez ou outra. Mas, quando vira uma constante, passa a ser um problema sério.
Nessa terapêutica série, o Blog do Barzinho traz, passo a passo, a arte de irritar um músico profissional. Veremos como o "pô bichô, sabe que que é?" e seus complementos estraga bandas, faz muita gente perder o emprego e muitos músicos sérios perderem a cabeça.


Queridos fumantes,
ninguém aqui vai ficar fazendo sermão sobre os malefícios do cigarro e toda essa ladainha que vocês, com certeza, já estão cansados de saber. Também sei que é bom fumar um cigarrinho enquanto bebe uma cerva geladinha. Vocês têm todo o direito de curtir isso (e pagam pra isso), mas, POR FAVOR, fumem LONGE do cantor.
Não digo apenas em meu nome: tenho vários conhecidos e amigos cantores sentem os efeitos nocivos da fumaça do cigarro interferindo no seu trabalho, pois a respiração fica mais curta, o que faz com que a prega vocal faça um esforço excessivo, danificando-a a médio prazo. conheço até alguns cantores fumantes que não gostam da intereferência do cigarro na hora do show - a maioria só vai acender o primeiro do dia depois da apresentação. Atrapalha muito MESMO.
Eu parei de fumar há 8 anos, quando o otorrinolaringologista foi franco: "Ou você pára de cantar ou pára de fumar. Os dois juntos não dá porque a fisiologia da sua prega vocal não tem a menor resistência pra isso". Valeu a pena e eu recomendo, mas, se você não está interessado em parar, use seu bom-senso - que é muito mais eficaz do que qualquer lei proibitiva. Se você estiver muito próximo ao palco, afaste-se um pouco, procure um lugar mais ventilado - ou, pelo menos, tenha a bondade de jogar a fumaça para o lado OPOSTO. Não custa nada para você e ajuda MUITO o cantor.
Deveria ter feito esse post antes de estar com cordite (inflamação na corda vocal) e de desenvolver um nódulo nas pregas vocais! Dá-lhe fonoterapia...
Nos próximos posts, dicas de aquecimentos. Músico geralmente é meio preguiçoso pra isso e está erradíssimo.






bém interage bastante com o público, dançando, colocando o pessoal pra pular, o esforço é indiscutível.



- E eu não sei paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar de te olhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar... não sei paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar... de te olhar...
