

O happy (ou não) hour na voz de quem ganha (ou não) o couvert artístico



Oi, gato. Você vem sempre aqui?
As outras profissões têm uma vantagem com relação às providências que se pode tomar quando se ouve uma gracinha desse nível no trabalho. Se, por exemplo, alguma arquiteta, publicitária, gerente de banco, etc. ouvir uma bobagem dita por algum cliente ou colega bêbado, pode até processar o infeliz. Os músicos (e principalmente as musicistas), por sua vez, não têm esse privilégio, apesar da situação ser exatamente a mesma: assédio no recinto de trabalho.
Uma coisa é ser abordada com respeito por alguém que te admirou no palco por alguma razão. Uns querem elogiar sua voz, outros perguntam a marca do violão, outros dão parabéns pelo geral e outros, realmente, querem algo mais. Até aí, nenhum problema: quem é comprometido sai de letra (ou não), quem não é pode querer "conhecer melhor" seu admirador (ou não) e por aí vai. Um casal amigo meu apaixonou-se quando ela o viu tocando baixo com uma banda num barzinho e estão juntos há quase dez anos. Quando o papo acontece com educação está tudo muito bom, está tudo muito bem e o ego agradece.
Mas nem sempre é assim...



Fim de papo no Blog do Barzinho!
